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Preço da manga, afetada por tarifas de Trump, cai 21% no Brasil, maior recuo mensal desde 2007

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A queda mensal de quase 21% é a maior desde setembro de 2007, quando a baixa havia sido de 25,04%

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Os preços da manga para o consumidor brasileiro tiveram deflação (queda) de 20,99% em agosto. É o que apontam dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) divulgados nesta terça (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A queda mensal de quase 21% é a maior desde setembro de 2007, quando a baixa havia sido de 25,04%. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou os dados nesta terça-feira (26).
Ao longo da série histórica, a manga já mostrou deflação em meses de agosto. Parte dos alimentos costuma apresentar movimento semelhante devido à ampliação da oferta no início do segundo semestre, a partir de melhores condições de produção.

No caso da manga, há um fator adicional neste ano. A fruta é uma das mercadorias que não escaparam do tarifaço do governo Donald Trump, que entrou em vigor em agosto. A sobretaxa a exportações gerou expectativa de maior oferta interna no Brasil.

Conforme a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, é possível que a guerra comercial tenha gerado impactos no IPCA-15.

Nesse sentido, ela destaca as reduções registradas por carnes (-0,94%) e frutas (-1,32%) no índice de agosto. As carnes também não escaparam das tarifas americanas.

Outros produtos afetados pela medida são os pescados, cujos preços recuaram 0,14% no IPCA-15 de agosto, destaca Claudia. A queda, porém, foi menos intensa do que a observada no índice de julho (-2,03%).

“Então, se teve algum efeito [nos pescados], ele já aconteceu e deve estar retornando”, diz a economista.

Por ser divulgado antes, o IPCA- 15 sinaliza uma tendência para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial de inflação do país. Uma das diferenças entre os dois é o período de coleta das informações pelo IBGE.

A apuração dos preços do IPCA-15 ocorre entre a segunda metade do mês anterior e a primeira metade do mês de referência. No caso do índice de agosto, a coleta foi realizada de 16 de julho a 14 de agosto.

Já a apuração do IPCA se concentra no mês de referência. Por isso, o resultado de agosto ainda não é conhecido. Será divulgado em 10 de setembro.

A variação dos preços da manga é calculada pelo IBGE em oito capitais e regiões metropolitanas. Em agosto, a fruta foi um dos produtos responsáveis pela queda nos preços da alimentação no domicílio (-1,02%).

A maior deflação da manga foi registrada em Belo Horizonte (-31,61%). A menor baixa ocorreu em São Paulo (-9,77%).

Com a indefinição gerada pelo tarifaço de Trump, o setor de frutas chegou a indicar risco de que mangas estragassem no pé, porque não haveria mercado para elas em outro país, e nem mesmo no Brasil, já abastecido, como noticiou a coluna de Mônica Bergamo em julho.

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