Kelly Jones compartilhou com os seus seguidores aquilo que diz ter sido o “pior pesadelo” de ssua vida. No meio da tragédia, considera que há lições a aprender
Uma influencer, que se dedica a dar conselhos parentais, confessou através das suas redes sociais, ter recentemente atropelado o próprio filho, de 23 meses. “Foi um verdadeiro pesadelo”, afirmou.
Kelly Hopton-Jones, de 36 anos, é proprietária de uma conta com mais de 63 mil seguidores, em que relata a sua vida como mãe de duas crianças e dá conselhos parentais.
Recentemente, em uma publicação, fez um relato pessoal inesperado. Kelly contou que na quarta-feira, quando se preparava para sair de casa para ir deixar a filha mais velha na ginástica, atropelou o filho mais novo.
Segundo o seu relato, tudo começou como se tratasse de “um dia como outro qualquer”. Kelly ia deixar a filha mais velha na aula enquanto, naquele dia, o marido ficaria em casa com o filho mais novo.
O homem ajudou Kelly a pôr a filha Lilly no carro, enquanto o pequeno Henry estava dentro da garagem. O inesperado aconteceu “num piscar de olhos”, quando Kelly começou a sair com o carro e sem perceber atropelou o filho, que entretanto tinha saído da garagem correndo.
Kelly relata que os seus vizinhos foram quem rapidamente agiram para que a criança fosse transportada de urgência para o hospital, onde, apesar de ter sofrido ferimentos graves, se espera que recupere na totalidade.
“Porque é que não o estávamos segurando? Porque é que não verifiquei duas vezes antes de sair? Podemos enlouquecer com os ‘e se’, e, sinceramente, já estamos um pouco assim. Mas os acidentes acontecem”, escreveu a influencer que compartilha esta situação no sentido de alertar outros pais para situações como esta.
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As radiografias do pequeno Henry ao tórax, pernas e pescoço não mostraram nada de anormal e um exame neurológico não revelou sinais de traumatismo craniano. Henry sofreu, contudo, fraturas na pélvis que “levarão tempo a sarar” e algumas escoriações.
“Os acidentes acontecem, e os únicos erros são aqueles com os quais não aprendemos. Estamos do lado bom de um acidente que podia ter sido muito trágico”, conclui.