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Arma usada para matar gari é de delegada mulher de empresário preso em BH, aponta perícia

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BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – A arma utilizada para atirar no gari Laudemir de Souza Fernandes, em uma rua da região oeste de Belo Horizonte, está registrada no nome da delegada Ana Paula Balbino Nogueira.

Ela é esposa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, que está preso sob suspeita pela morte do gari após uma briga de trânsito no início da semana. Ele foi preso em flagrante na segunda-feira (11), horas após a morte de Laudemir.
Procurado, o advogado do suspeito não retornou. A reportagem não conseguiu contato com a defesa da delegada.

A Polícia Civil afirmou na última sexta-feira (15) que exames periciais identificaram que o tiro que atingiu Fernandes no peito era de uma arma de uso pessoal da servidora da corporação.

No dia da prisão do suspeito, foram apreendidas duas armas na residência do casal, uma da corporação e outra de uso pessoal.

A corregedoria da Polícia Civil mineira instaurou procedimento disciplinar para apurar a conduta da servidora. Até o momento, ela segue com suas funções na corporação.

“O fato de uma arma de fogo estar registrada no nome de uma pessoa não necessariamente a coloca como coautora ou partícipe de um crime de homicídio. Até então nós não temos nenhum indício coletado, pelo menos na parte criminal, de participação da delegada nesse crime”, afirmou o delegado Álvaro Huertas em coletiva de imprensa na última terça (12).

O empresário está cumprindo prisão preventiva em Caeté, na região metropolitana de Belo Horizonte, sob suspeita de ter matado o gari após uma briga de trânsito no início da semana.

Segundo o relato das testemunhas aos policiais, o suspeito teria ficado incomodado com o espaço que o caminhão de lixo ocupava na rua no momento em que passava com seu carro, da marca BYD.

A confusão teria começado quando o empresário exigiu que a motorista do caminhão liberasse espaço para ele passar. Mesmo após ela ter manobrado o veículo, o empresário teria ameaçado atirar na mulher, e os garis saíram em defesa dela.

Renê negou o crime em depoimento e afirmou que não passou pelo local onde Laudemir foi alvejado.

Ele disse que teria ido pela manhã até sua empresa em Betim, na região metropolitana da capital mineira, retornado para o apartamento onde mora com a esposa, passeado com os cachorros no prédio e então se dirigido para a academia, onde foi preso.

Já os investigadores afirmaram que os depoimentos de testemunhas e câmeras de segurança levaram a polícia a confirmar a prisão em flagrante sob a suspeita dos crimes de ameaça e homicídio qualificado, por motivo fútil e uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

Segundo os trabalhadores, o homem reagiu de forma agressiva, engatilhou uma pistola e ameaçou a motorista: “Se você esbarrar no meu carro, eu vou dar um tiro na sua cara”.

Guilherme Bernardo | 05:00 – 14/08/2025

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – A arma utilizada para atirar no gari Laudemir de Souza Fernandes, em uma rua da região oeste de Belo Horizonte, está registrada no nome da delegada Ana Paula Balbino Nogueira.

Ela é esposa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, que está preso sob suspeita pela morte do gari após uma briga de trânsito no início da semana. Ele foi preso em flagrante na segunda-feira (11), horas após a morte de Laudemir.
Procurado, o advogado do suspeito não retornou. A reportagem não conseguiu contato com a defesa da delegada.

A Polícia Civil afirmou na última sexta-feira (15) que exames periciais identificaram que o tiro que atingiu Fernandes no peito era de uma arma de uso pessoal da servidora da corporação.

No dia da prisão do suspeito, foram apreendidas duas armas na residência do casal, uma da corporação e outra de uso pessoal.

A corregedoria da Polícia Civil mineira instaurou procedimento disciplinar para apurar a conduta da servidora. Até o momento, ela segue com suas funções na corporação.

“O fato de uma arma de fogo estar registrada no nome de uma pessoa não necessariamente a coloca como coautora ou partícipe de um crime de homicídio. Até então nós não temos nenhum indício coletado, pelo menos na parte criminal, de participação da delegada nesse crime”, afirmou o delegado Álvaro Huertas em coletiva de imprensa na última terça (12).

O empresário está cumprindo prisão preventiva em Caeté, na região metropolitana de Belo Horizonte, sob suspeita de ter matado o gari após uma briga de trânsito no início da semana.

Segundo o relato das testemunhas aos policiais, o suspeito teria ficado incomodado com o espaço que o caminhão de lixo ocupava na rua no momento em que passava com seu carro, da marca BYD.

A confusão teria começado quando o empresário exigiu que a motorista do caminhão liberasse espaço para ele passar. Mesmo após ela ter manobrado o veículo, o empresário teria ameaçado atirar na mulher, e os garis saíram em defesa dela.

Renê negou o crime em depoimento e afirmou que não passou pelo local onde Laudemir foi alvejado.

Ele disse que teria ido pela manhã até sua empresa em Betim, na região metropolitana da capital mineira, retornado para o apartamento onde mora com a esposa, passeado com os cachorros no prédio e então se dirigido para a academia, onde foi preso.

Já os investigadores afirmaram que os depoimentos de testemunhas e câmeras de segurança levaram a polícia a confirmar a prisão em flagrante sob a suspeita dos crimes de ameaça e homicídio qualificado, por motivo fútil e uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

Segundo os trabalhadores, o homem reagiu de forma agressiva, engatilhou uma pistola e ameaçou a motorista: “Se você esbarrar no meu carro, eu vou dar um tiro na sua cara”.

Guilherme Bernardo | 05:00 – 14/08/2025

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